Claustro Cemitério
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Orando, lendo e meditando na vida do seu Patriarca S. Bento, tratada nos belos painéis de azulejo das paredes do claustro, os monges de Tibães, guardando silêncio, passavam algum do seu tempo no Claustro do Cemitério. Espaço que, como o nome indica, era também um local de enterramento da comunidade monástica, a par com as suas capelas laterais e a própria Igreja.
Construído na primeira metade do século XVII, sobre partes da edificação medieval do mosteiro, apresenta lanços de arcaria toscana, teto em caixotões de madeira, um chafariz de granito lavrado de 1757, oito canteiros e mutilados painéis de azulejos pombalinos de 1770. Na sua ala sul, fortemente arruinada pelo grande incêndio que, em 1894, destruiu o anexo Claustro do Refeitório, perduram as trabalhadas portadas em granito das capelas do Claustro, de invocação a S. Mauro e a N. Srª, desenhadas em estilo rococó por Frei José de Santo António Vilaça, entre 1761 e 1764.


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